Começou mal.
O universo benfiquista e Oblak soube em entrevista ao canal
do clube que Jorge Jesus não contava com o promissor guardião para o plantel
desta época.
Uns apoiaram, na tese que o jovem esloveno precisava de
minutos e jogar com regularidade, outros condenaram porque apostariam em Oblak
para (pelo menos) fazer sombra a Artur e lutar pela titularidade.
Esta natural discussão e divergência de opiniões no mundo
benfiquista, tornou-se apenas uma
questão acessória.
A Tónica. O condenável e incompreensível, com
responsabilidades repartidas entre Jorge Jesus e a estrutura encarnada (a
entrevista foi ao canal do clube e não em direto…), é o fato desta “dispensa” ter sido efetuada através de
uma entrevista e ainda movida por um estranho desconhecimento sobre a situação
de Oblak (jogador conta como formado localmente).
Dias depois rebentava a bomba. Oblak não compareceu no
Seixal para o inicio dos trabalhos. Levantou-se a questão sobre o término do
contrato do jogador. Especulou-se se não poderia estar a caminho de outro
clube.
Um conjunto de incógnitas.
Mas se decidi escrever sobre este tema, fi-lo pela forma (estranhamente)
positiva como este processo acabou posteriormente por ser gerido. Infelizmente,
nada normal nesta direção e que contrasta, por exemplo, com o caso Cardozo.
Silêncio absoluto. Após um primeiro (e natural ruido) na
comunicação social…jogador, agentes e clube responderam com silêncio. Sem folclore.
Sem comunicados. Sem noticias encomendadas sobre potenciais interessados. Sem
nada que pudesse dar a amplitude que foi atribuída a Bruma e também Atsu.
Como resultado as noticias escassearam, o tema desvaneceu-se,
a tranquilidade imperou.
Praticamente dois meses depois chega a resolução. Uns vão
apoiar. Outros vão criticar. É assim o futebol!
Para mim…
Acabou Bem! Pena não ser sempre assim!
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