terça-feira, 27 de agosto de 2013

O caso Oblak (estranhamente) bem gerido


Começou mal.
O universo benfiquista e Oblak soube em entrevista ao canal do clube que Jorge Jesus não contava com o promissor guardião para o plantel desta época.
Uns apoiaram, na tese que o jovem esloveno precisava de minutos e jogar com regularidade, outros condenaram porque apostariam em Oblak para (pelo menos) fazer sombra a Artur e lutar pela titularidade.

Esta natural discussão e divergência de opiniões no mundo benfiquista,  tornou-se apenas uma questão acessória.

A Tónica. O condenável e incompreensível, com responsabilidades repartidas entre Jorge Jesus e a estrutura encarnada (a entrevista foi ao canal do clube e não em direto…), é o fato desta “dispensa” ter sido efetuada através de uma entrevista e ainda movida por um estranho desconhecimento sobre a situação de Oblak (jogador conta como formado localmente).

Dias depois rebentava a bomba. Oblak não compareceu no Seixal para o inicio dos trabalhos. Levantou-se a questão sobre o término do contrato do jogador. Especulou-se se não poderia estar a caminho de outro clube.
Um conjunto de incógnitas.

Mas se decidi escrever sobre este tema, fi-lo pela forma (estranhamente) positiva como este processo acabou posteriormente por ser gerido. Infelizmente, nada normal nesta direção e que contrasta, por exemplo, com o caso Cardozo.

Silêncio absoluto. Após um primeiro (e natural ruido) na comunicação social…jogador, agentes e clube responderam com silêncio. Sem folclore. Sem comunicados. Sem noticias encomendadas sobre potenciais interessados. Sem nada que pudesse dar a amplitude que foi atribuída a Bruma e também Atsu.

Como resultado as noticias escassearam, o tema desvaneceu-se, a tranquilidade imperou.

Praticamente dois meses depois chega a resolução. Uns vão apoiar. Outros vão criticar. É assim o futebol!

Para mim…

Acabou Bem! Pena não ser sempre assim!

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